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Papa voltará a receber presidente francês

Papa voltará a receber presidente francês

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Greg Burke, confirmou nesta segunda-feira (15/08), que o Papa Francisco vai receber novamente o Presidente François Hollande, na tarde da quarta-feira, 17. Francisco já havia recebido Hollande em 2014, num colóquio que durou mais de meia hora.  Desde então, a França foi alvo de grandes ações terroristas e atos isolados de terror. A começar pelo ataque à redação do jornal Charlie Hebdo, em janeiro de 2015, passando pela tragédia de Bataclan, em novembro do ano passado e o mais recente ato terrorista em Nice, no dia da celebração da Queda da Bastilha, em 15 de julho, em que 130 pessoas foram assassinadas. Entre as ações isoladas, a mais recente foi o assassinato de Padre Jacques Hamel por dois terroristas em 26 de julho na Igreja Saint-Etienne-de-Rouvray, enquanto celebrava a missa.
ONU pede trégua humanitária em confrontos em Aleppo, na Síria

ONU pede trégua humanitária em confrontos em Aleppo, na Síria

A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu uma trégua humanitária de 48 horas nos combates registrados na cidade síria de Aleppo. É para ajudar a população, que sofre com a falta água e eletricidade. Em comunicado, o residente da ONU e coordenador humanitário na Síria, Yacoub El Hillo, e o coordenador regional humanitário para a crise no país, Kevin Kennedy, explicaram que, após a destruição da rede hídrica, os poços e cisternas não têm sido suficientes para satisfazer as necessidades da população local. "Quando a tática do cerco é utilizada de modo intencional para privar as pessoas de alimentos e de outros bens essenciais, ela constitui um crime de guerra", concluíram os representantes da ONU. Ainda segundo eles, desde o aumento da ofensiva na cidade, o número de civis em perigo passou de 2 milhões. Além disso, nas últimas semanas, têm sido registradas "inúmeras mortes de civis" nas ofensivas de ambos os lados, enquanto continuam "os ataques a hospitais e clínicas." Nos últimos dias, as forças fieis ao ditador Bashar al-Assad ampliaram o ataque a Aleppo, reduto de rebeldes, especialmente com bombardeios no norte do município.     A Síria sofre com uma guerra civil desde 2011, quando opositores ao regime de Assad iniciaram uma rebelião armada para tirar o ditador do poder, inspirados pela Primavera Árabe. Sem sucesso, o conflito continua até hoje e o grupo extremista Estado Islâmico domina grande parte do norte do país.